O meia-atacante Rayan Cherki defendeu a dupla nacionalidade na seleção francesa e reforça a diversidade entre os convocados para a Copa do Mundo. A opinião do jogador valida principalmente que essa é a maior força do país neste momento, tendo uma visão “magnífica” da diversidade de seus companheiros.
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O jogador de 22 anos declarou em entrevista a sua visão sobre a dupla nacionalidade na seleção, pois o jogador tem ascendência argelina e italiana. Além disso, Cherki afirma que a dupla nacionalidade traz força para a seleção, ressignificando a identidade da seleção francesa.
Esse cenário reforça a composição multicultural da seleção francesa, que reflete a realidade social do país e a formação de diferentes trajetórias que chegam ao alto nível do futebol mundial.
Atualmente, na seleção, dos 26 convocados para a Copa do Mundo, 21 jogadores têm a dupla nacionalidade, dividindo a nacionalidade após migrações familiares e as relações pós-coloniais da França. Contudo, a dupla nacionalidade na seleção aumenta o sentimento de unificação dentro do grupo dos jogadores convocados. Portanto, confira abaixo as falas de Rayan Cherki:
“Não sei por que alguns não gostam de mim.
Para ser honesto, não sei por que algumas pessoas não gostam de mim. Posso entender que meu perfil possa ser perturbador. Talvez por eu ter uma barba grande, talvez por eu ser muito moreno. Para mim, é isso que nos torna fortes. Quando vejo a Seleção Francesa, é magnífica, com tanta diversidade e tantas histórias diferentes. É isso que torna a França forte hoje.
Espero que, por meio dessa experiência eu possa unir as pessoas. Não tive uma vida fácil. Temos essa capacidade, não importa de onde viemos, a cor da nossa pele, nossas crenças, podemos ter sucesso.”
As declarações de Cherki reforçam um tema recorrente na seleção francesa moderna: a diversidade como parte central da identidade esportiva e social do elenco. Em meio a uma equipe marcada por histórias distintas e origens múltiplas, o meia-atacante destaca a união dentro do elenco como fator decisivo para a força da França às vésperas da Copa do Mundo.
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