Com a derrota na disputa pelo terceiro lugar contra a Inglaterra, Didier Deschamps deixa o cargo de treinador da seleção francesa após 14 anos. O treinador se despede como um dos maiores nomes de sua seleção após trazer a seleção francesa de volta para o topo das seleções.
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Didier Deschamps se tornou um dos principais nomes da história de seu país, vencendo como treinador e jogador. Sua saída é marcada pela emoção, visto que o treinador era muito querido pelos jogadores, comissão técnica e diretoria. Em nota oficial, a seleção francesa demonstrou “gratidão eterna” ao treinador, elogiando toda a trajetória do treinador na seleção desde a sua chegada.
O sucessor de Deschamps no cargo de treinador da seleção será o treinador Zinédine Zidane, que dê acordo com o jornal L’Équipe, deve assumir o cargo em setembro. Além disso, Zidane terá a missão de liderar um novo projeto na seleção, que busca vencer a Eurocopa de 2028 e a Copa do Mundo de 2030.
O retrospecto de Deschamps na Copa do Mundo
Didier Deschamps assumiu o cargo de treinandor na seleção francesa em 2012, chegando como sucessor de Laurent Blanc. O treinador liderou a equipe em 4 mundiais seguidos (2014, 2018, 2022 e 2026), sendo responsável por desenvolver jovens estrelas como Mbappé e Dembélé. O ápice do projeto do treinador foi em 2018 e em 2022, chegando às finais da Copa do Mundo, vencendo um título em 18 e perdendo nos pênaltis em 22.
Na seleção francesa, Didier Deschamps tem uma média de 74% de vitórias na Copa do Mundo, com 20 vitórias em 27 jogos. Além disso, o treinador tem um dos maiores percentuais de vitórias na Copa, estando atrás apenas de Telê Santana, com 80%, e Lionel Scaloni, com 79%. Contudo, mesmo tendo a terceira maior média, o francês é o treinador com mais vitórias em Copas do Mundo.
À frente da seleção, o treinador acumulou 185 partidas e deixa a seleção com 120 vitórias, 35 empates e 30 derrotas. Além disso, conquistou o prêmio de melhor treinador do mundo em 2018, após conquistar a Copa do Mundo.
Assim, Didier Deschamps encerra uma era de ouro com recordes históricos e um legado inquestionável. O herói de 2018 se despede, deixando a seleção francesa ainda mais consolidada na elite do futebol mundial.
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