O Manchester United venceu o Manchester City por 2 a 0 em uma atuação que chamou atenção não apenas pelo resultado, mas, sobretudo, pelo desempenho coletivo.
Desde os primeiros minutos, a equipe mostrou um comportamento mais competitivo, com marcação forte, intensidade defensiva e presença constante no campo ofensivo, levando perigo ao adversário durante praticamente toda a partida.
Além disso, o United teve três gols anulados, o que reforça o volume ofensivo apresentado ao longo do jogo. O meio campo funcionou de forma mais equilibrada, com destaque para Casemiro, que teve papel fundamental na construção das jogadas e na proteção defensiva.
Nesse contexto, Bruno Fernandes atuou mais próximo da área adversária e foi decisivo. Com mais liberdade para criar, o português participou ativamente das ações ofensivas e foi responsável pela assistência do primeiro gol da partida.
Mbeumo aproveitou a oportunidade e abriu o placar, coroando uma jogada bem trabalhada. Na sequência, o United manteve o controle emocional e tático do jogo. Com mais jogadores ocupando o setor ofensivo, o meio campo ganhou tranquilidade para trocar passes e administrar o ritmo da partida.
Como resultado, o segundo gol veio com Dorgu, após assistência de Cunha, consolidando o bom momento da equipe no confronto.
ESTREIA DE MICHAEL CARRICK
Vale destacar que esta foi a primeira partida de Michael Carrick no controle do Manchester United, e a atuação deixou sinais positivos. O time se mostrou organizado, equilibrado e competitivo, dando indícios de que ainda há margem para evolução ao longo da temporada e chances reais de melhorar sua posição na tabela.
Por fim, a vitória sobre o City representa mais do que três pontos. Trata-se de uma atuação sólida, convincente e que resgata a confiança da torcida. Uma performance que, há muito tempo, não se via do Manchester United em um clássico de tamanha importância.
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