Na semana passada, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) decretou que os motores à combustão e elétricos passarão a ser divididos de forma diferente em 2027. Em 2025, 80% vinham do motor à combustão. Nesse ano, eles diminuíram para 50%.
Logo, 2026 iniciou com cada unidade de potência sendo responsável por metade da energia igualmente (50% cada). Porém, isso faz com que os carros precisem ser recarregados com frequência nas pistas, o chamado superclipping. Isso pode ocasionar diversos acidentes, como o que aconteceu com o piloto da Haas, Oliver Bearman, no Japão. A ideia é modificar a divisão para 60-40.
Criaram essa iniciativa com a ideia de atrair mais fabricantes, o que deu resultado. A Audi, por exemplo, fez sua estreia na categoria e os motores da Honda retornaram. Por outro lado, os próprios pilotos e os fãs começaram a achar a F1 muito artificial. Portanto, a FIA providenciou essas mudanças para o ano que vem.
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Mudanças dividem opiniões dentro do paddock da F1
Essas modificações parecem dividir as equipes. Max Verstappen é um piloto que claramente não gostou do novo regulamento e, aparentemente, pode até deixar a categoria nos próximos anos. Porém, Andrea Stella, chefe de equipe da McLaren, disse que precisam de mais um tempo de experiência para estudar essas unidades de potência antes de mudá-las de novo.
Além disso, sua sugestão foi de aumentar o nível de combustível e a capacidade de recuperar energia. Atualmente, o limite é de 350 kW, enquanto Stella sugere um aumento para 400 ou 450 kW. Assim, os carros teriam mais tempo sem precisarem recarregar. Por outro lado, ele confessa que provavelmente essa mudança seria um desafio para as fabricantes, as quais possuem pouco tempo.
A FIA já tinha feito modificações para o GP de Miami. Lando Norris, atual campeão mundial, comentou que já foi um avanço, mas que ainda não foi o suficiente. Esses ajustes permitem que eles acelerem mais nas classificações e não precisem reduzir a velocidade tão frequentemente.
A organização ainda não se manifestou sobre mudar novamente o regulamento, porém tudo indica que terão mais modificações para melhorar cada vez mais a categoria e agradar os pilotos, as equipes e os fãs de F1.
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