Com o encerramento da Copa do Mundo, chega ao fim a temporada do futebol europeu. E, como acontece ao fim de toda temporada, surge a grande dúvida: quem são os favoritos para ganhar a Bola de Ouro de 2026?
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Harry Kane

Ao se consagrar o artilheiro da temporada, Harry Kane conseguiu um feito que nem mesmo Cristiano Ronaldo alcançou: Fazer 70 gols em uma única temporada.
O inglês, com seus 72 gols na temporada, se juntou a uma lista seleta de apenas quatro jogadores com esse feito, composta por Gerd Muller, Romário, Lionel Messi e ele.
Além desse feito histórico, o atacante, que vem recebendo mais reconhecimento do público após sua chegada ao Bayern de Munique, é muitas vezes levantado como o melhor da temporada por ser um atacante completo, já que ele tem como característica sair muito da área para atuar como um camisa 10, ou até mesmo como um volante durante as partidas.
Apesar de uma temporada em que não conquistou a Champions League nem a Copa do Mundo, Kane chegou às semifinais das duas competições.
Consequentemente, suas atuações e seus números avassaladores durante toda a temporada, somados às conquistas de todos os títulos em solo alemão, reforçam sua candidatura nessa disputa.
Kylian Mbappé

Artilheiro da Copa do Mundo, artilheiro da Champions League e artilheiro da La Liga.
Kylian Mbappé Lottin é uma anomalia nesse esporte.
Ainda que sem títulos coletivos na temporada, suas conquistas individuais são mais do que necessárias para credenciá-lo na corrida pela Bola de Ouro.
O goleador francês viveu em uma temporada bastante conturbada do Real Madrid, e também saiu sem o título da Copa do Mundo com a seleção francesa.
Porém, mesmo em meio ao “caos”, Mbappé foi artilheiro das principais competições que disputou e coroou-se como o maior artilheiro da história das Copas.
Assim, é inegável que o francês é um fortíssimo candidato nessa corrida.
Lionel Messi

Lionel Andrés Messi Cuccittini é uma lenda para esse esporte.
Mesmo após alcançar a glória eterna em 2022, conquistar oito Bolas de Ouro e se tornar o jogador mais vitorioso da história do futebol, com 46 títulos, Messi demonstrou na Copa do Mundo de 2026 que sua sede por vitórias permanecia intacta.
Desde 1958, um jogador de linha não havia atuado em uma final de Copa aos 39 anos de idade. E o Messi não só disputou a decisão, ele carregou a seleção argentina até ela, somando 8 gols e 4 assistências em 8 partidas.
Embora, no fim, não tenha conquistado o mundo mais uma vez, as suas atuações em toda a competição foram dignas de seu apelido: Extraterrestre.
Portanto, o que poderia credenciar mais um jogador à disputa da Bola de Ouro do que protagonizar uma das maiores performances da história no maior palco do futebol?
Lamine Yamal

Lamine Yamal Nasraoui Ebana é um jovem jogador de futebol de apenas 19 anos que, nesta temporada, acumula títulos e números impressionantes.
Na temporada por clubes, Yamal ergueu o troféu do campeonato espanhol pelo Barcelona, time em que ele se tornou protagonista desde os 17 anos.
Seus números são de 24 gols e 17 assistências em 45 jogos pelo clube catalão.
Vestindo a camisa da Espanha na Copa do Mundo, Lamine não colecionou números expressivos, mas foi muito importante na conquista da taça com seus dribles e passes que desafogaram o time. Sua presença gerou constantemente a necessidade de dois ou três marcadores para tentar pará-lo, possibilitando que seus companheiros tivessem mais liberdade para jogar.
Dessa forma, uma temporada com 25 gols e 20 assistências em 57 jogos, somados a uma Copa do Mundo e mais uma La Liga para o currículo, é mais do que suficiente para merecer a Bola de Ouro.
Rodri

Rodrigo Hernández Cascante é um futebolista de 30 anos que atua como volante pelo Manchester City e pela seleção espanhola.
Embora Rodri não tenha vivido uma boa temporada por clubes, devido a uma lesão no LCA que o tirou de campo por cerca de 9 meses, pela seleção espanhola, o jogador viveu o auge de sua carreira.
Rodri mostrou-se, mais uma vez, um jogador assombroso. Dentro da orquestra que foi a Espanha, ele era o regista principal.
Ele era quem determinava, dentro de campo, o momento de atacar e o momento de controlar o jogo. Tudo o que a Espanha se propunha a fazer passava pelos pés dele.
Diante dessa atuação sublime, que lhe rendeu a taça da Copa do Mundo de 2026, a Bola de Ouro da competição e o colocou na conversa com os maiores da sua posição, ele não pode ficar de fora da disputa por sua segunda Bola de Ouro.





