O executivo de futebol do Santos, Alexandre Mattos, criticou duramente a arbitragem do Campeonato Brasileiro após a derrota do Peixe para o Red Bull Bragantino. Inconformado com decisões tomadas nas últimas rodadas, o dirigente demonstrou revolta com lances que, na avaliação do clube, prejudicaram a equipe alvinegra.
Conforme o Globo Esporte, Mattos se manifestou na zona mista do estádio Nabizão. Durante a entrevista, o executivo questionou a atuação da árbitra Edina Alves Batista, que não marcou um pênalti reclamado pelo Santos após uma disputa envolvendo o atacante Rony no segundo tempo. Além disso, ele relembrou a arbitragem de Flávio Rodrigues de Souza no clássico contra o Palmeiras, disputado na rodada anterior.
“Precisamos corrigir as coisas, trabalhar mais, fazer o que o Santos vinha fazendo em outros jogos, corrigir o que tiver que corrigir. Essa é a primeira coisa que a gente quer falar para não ficar dando justificativa em erro dos outros. Agora, é inegável que o Santos está indignado com o que está acontecendo, porque os dois últimos jogos foram grotescos. Foram erros grotescos”, declarou o dirigente.
Na sequência, Mattos ressaltou que o clube já procurou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para cobrar providências e exigir mudanças na condução das partidas.
“O Santos não vai ficar mais calado. O Santos já entrou em contato com a CBF, já falei com o pessoal da CBF agora mesmo. Vamos fazer o que a gente pode fazer, que é a reclamação formal, e obviamente no pessoal. Pedir uma postura diferente com o Santos, que o Santos exige”.
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Divulgação – @santosfc
Santos se revolta com arbitragem
Ao relembrar o clássico contra o Palmeiras, Mattos apontou dois episódios que, na visão do Santos, mereciam decisões diferentes da arbitragem. Primeiro, o dirigente afirmou que o árbitro deveria ter aplicado o segundo cartão amarelo ao lateral-esquerdo Piquerez, o que resultaria na expulsão do jogador. Além disso, mencionou os lances envolvendo possíveis pênaltis.
“Quanto ao Palmeiras, não vou nem falar do pênalti, porque todo mundo já falou N vezes das questões dos pênaltis, no plural, da situação quanto ao Palmeiras. Mas o Piquerez era para ser expulso. Segundo amarelo no jogo, claríssimo. Tanto é que o Abel tirou ele…”, explicou.
“Não sei quanto tempo tinha de jogo ali, 18, 19, 20 minutos no segundo tempo. O que ia acontecer a gente não sabe, mas era um jogador a menos, e era claro. Acho que o juiz viu que ia ser o jogador para a expulsão e escolheu não aplicar a regra. A questão do pênalti ali, vai interpretar, bateu na mão, não bateu. Até acho que o primeiro o cara foi imprudente”, concluiu.
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