A Conmebol confirmou a suspensão de Renato Gaúcho por três partidas na Copa Sul-Americana. A princípio, a entidade tomou a decisão após o técnico não viajar com o Vasco da Gama para a estreia contra o Barracas Central, em Buenos Aires.
O episódio ocorreu no dia 7 de abril, quando o treinador optou por permanecer no Rio de Janeiro com parte dos titulares. Segundo o clube, a decisão buscou preservar o planejamento de treinos. Nesse sentido, o auxiliar Marcelo Salles comandou a equipe no empate por 0 a 0, no estádio Florencio Sola.
Processo disciplinar e justificativa
Logo depois, a Conmebol abriu procedimento disciplinar para avaliar a conduta. Além disso, o Vasco apresentou defesa formal na tentativa de evitar punições. Contudo, a entidade manteve o entendimento de que houve infração.
De acordo com o artigo 11 do Código Disciplinar, que trata dos princípios de conduta, a ausência foi enquadrada como comportamento inadequado. Em outras palavras, a Conmebol considerou que a atitude pode comprometer padrões esperados no futebol organizado.
Declarações ampliam punição
Posteriormente, as falas de Renato após a derrota por 2 a 1 para o Audax Italiano também influenciaram a decisão. Na ocasião, o treinador criticou a arbitragem e ironizou a entidade.
— Eu não viajei, me criticaram, e a Conmebol gritou lá… Será que a Conmebol vai gritar com o árbitro de hoje? — afirmou o técnico.
Apesar disso, o treinador reconheceu as dificuldades da partida e citou a expulsão como fator determinante no resultado. Ainda assim, as declarações foram interpretadas como desrespeito institucional.
Impacto no Vasco
A suspensão impede Renato Gaúcho de comandar o Vasco à beira do campo nos próximos três jogos da Sul-Americana. Assim, a comissão técnica precisará ajustar a condução da equipe durante o período. Em síntese, o treinador ganhou três jogos de suspensão após decidir não ir a uma partida.
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